terça-feira, 10 de novembro de 2015

Funcionamento e tipos de memória RAM

RAM e DRAM

Foi em algum ponto na década de 50 que surgiram as primeiras ideias de criar uma Memória de Acesso Aleatório (RAM). Apesar disso, nosso papo começa em 1966, ano que foi marcado pela criação da memória DRAM (invenção do Dr. Robert Dennard) e pelo lançamento de uma calculadora Toshiba que já armazenava dados temporariamente.

Memória DDR3 da Corsair (Fonte da imagem: Divulgação/Corsair)

A DRAM (Memória de Acesso Aleatório Dinâmico) é o padrão de memória que perdura até hoje, mas para chegar aos atuais módulos, a história teve grandes reviravoltas. Em 1970, a Intel lançou sua primeira memória DRAM, porém, o projeto não era de autoria da fabricante e apresentou diversos problemas. No mesmo ano, a Intel lançou a memória DRAM 1103, que foi disponibilizada para o comércio “geral” (que na época era composto por grandes empresas). A partir da metade da década de 70, a memória DRAM foi definida como padrão mundial, dominando mais de 70% do mercado. Nesse ponto da história, a DRAM já havia evoluído consideravelmente e tinha os conceitos básicos que são usados nas memórias atuais.

DIP e SIMM

Antes da chegada dos antiquíssimos 286, os computadores usam chips DIP. Esse tipo de memória vinha embutido na placa-mãe e servia para auxiliar o processador e armazenar uma quantidade muito pequena de dados. Foi com a popularização dos computadores e o surgimento da onda de PCs (Computadores Pessoais) que houve um salto no tipo de memória. Num primeiro instante, as fabricantes adotaram o padrão SIMM, que era muito parecido com os produtos atuais, mas que trazia chips de memória em apenas um dos lados do módulo.



Memória SIMM de 256 KB do console Atari STE (Fonte da imagem: Divulgação/Wikimedia Commons - Darkoneko)

Antes desse salto, no entanto, houve o padrão SIPP – que foi um intermediário entre o DIP e o SIMM. O problema é que o conector das memórias SIPP quebrava com facilidade, o que forçou as fabricantes a adotarem o SIMM sem pensar muito. A primeira leva do padrão SIMM tinha 30 pinos e podia transmitir 9 bits de dados. Foi utilizado nos primeiros 286, 386 e até em alguns modelos de 486. O segundo tipo de SIMM contava com 72 pinos, possibilitando a transmissão de até 32 bits. Esse tipo de módulo vinha instalado em computadores com processadores 486, Pentium e até alguns com Pentium II.

FPM e EDO

A tecnologia FPM (Fast Page Mode) foi utilizada para desenvolver algumas memórias do padrão SIMM. Módulos com essa tecnologia podiam armazenar incríveis 256 kbytes. Basicamente, o diferencial dessa memória era a possibilidade de escrever ou ler múltiplos dados de uma linha sucessivamente.
Memória EDO (Fonte da imagem: Divulgação/Wikipédia)
As memórias com tecnologia EDO apareceram em 1995, trazendo um aumento de desempenho de 5% se comparadas às que utilizavam a tecnologia FPM. A tecnologia EDO (Extended Data Out) era quase idêntica à FPM, exceto que possibilitava iniciar um novo ciclo de dados antes que os dados de saída do anterior fossem enviados para outros componentes.

DIMM e SDRAM

Quando as fabricantes notaram que o padrão SIMM já não era o suficiente para comportar a quantidade de dados requisitados pelos processadores, foi necessário migrar para um novo padrão: o DIMM. A diferença básica é que com os módulos DIMM havia chips de memórias instalados dos dois lados (ou a possibilidade de instalar tais chips), o que poderia aumentar a quantidade de memória total de um único módulo.
Memória DIMM (Fonte da imagem: Divulgação/Wikipédia)
Outra mudança que chegou com as DIMMs e causou impacto no desempenho dos computadores foi a alteração na transmissão de dados, que aumentou de 32 para 64 bits. O padrão DIMM foi o mais apropriado para o desenvolvimento de diversos outros padrões, assim surgiram diversos tipos de memórias baseados no DIMM, mas com ordenação (e número) de pinos e características diferentes. Com a evolução das DIMMs, as memórias SDRAM foram adotadas por padrão, deixando para trás o padrão DRAM. As SDRAMs são diferentes, pois têm os dados sincronizados com o barramento do sistema. Isso quer dizer que a memória aguarda por um pulso de sinal antes de responder. Com isso, ela pode operar em conjunto com os demais dispositivos e, em consequência, ter velocidade consideravelmente superior.

RIMM e PC100

Pouco depois do padrão DIMM, apareceram as memórias RIMM. Muito semelhantes, as RIMM se diferenciavam basicamente pela ordenação e formato dos pinos. Houve certo incentivo por parte da Intel para a utilização de memórias RIMM, no entanto, o padrão não tinha grandes chances de prospectiva e foi abandonado ainda em 2001.
As memórias RIMM ainda apareceram no Nintendo 64 e no Playstation 2 – o que comprova que elas tinham grande capacidade para determinadas atividades. Ocorre que, no entanto, o padrão não conseguiu acompanhar a evolução que ocorreu com as memórias DIMM.
Memória PC133 e EDO (Fonte da imagem: Divulgação/Wikimedia Commons - David Henry)
O padrão PC100 (que era uma memória SDR SDRAM) surgiu na mesma época em que as memórias RIMM estavam no auge. Esse padrão foi criado pela JEDEC, empresa que posteriormente definiu como seria o DDR. A partir do PC100, as fabricantes começaram a dar atenção ao quesito frequência. Posteriormente, o sufixo PC serviu para indicar a largura de banda das memórias (como no caso de memórias PC3200 que tinham largura de 3200 MB/s).

DDR, DDR2 e DDR3

Depois de mais de 30 anos de história, muitos padrões e tecnologias, finalmente chegamos aos tipos de memórias presentes nos computadores atuais. No começo, eram as memórias DDR, que operavam com frequências de até 200 MHz. Apesar de esse ser o clock efetivo nos chips, o valor usado pelo barramento do sistema é de apenas metade, ou seja, 100 MHz. Assim, fica claro que a frequência do BUS não duplica, o que ocorre é que o dobro de dados transita simultaneamente. Aliás, a sigla DDR significa Double Data Rate, que significa Dupla Taxa de Transferência. Para entender como a taxa de transferência aumenta em duas vezes, basta realizar o cálculo:
[número de bytes] x [frequência do barramento] x 2
Do padrão DDR para o DDR2 foi um pulo fácil. Bastou adicionar alguns circuitos para que a taxa de dados dobrasse novamente. Além do aumento na largura de banda, o padrão DDR2 veio para economizar energia e reduzir as temperaturas. As memórias DDR2 mais avançadas alcançam clocks de até 1.300 MHz (frequência DDR), ou seja, 650 MHz real.
Memórias DDR1 (Fonte da imagem: Divulgação/Wikipédia - W-sky)
E o padrão mais recente é o DDR3 que, como era de se esperar, tem o dobro de taxa de transferência se comparado ao DDR2. A tensão das memórias caiu novamente (de 1,8 V do DDR2 para 1,5 V) e a frequência aumentou significativamente – é possível encontrar memórias que operam a 2.400 MHz (clock DDR).

Dual-Channel e Triple-Channel

Apesar das constantes evoluções no padrão DDR, as memórias nunca conseguiram atingir a mesma velocidade das CPUs. Isso forçou as principais empresas de informática a apelarem para um truque que possibilitaria o aumento do desempenho geral da máquina. Conhecido como Dual-Channel (Canal Duplo), o novo recurso possibilitou o aumento em duas vezes na velocidade entre a memória e o controlador. A tecnologia Dual-Channel depende simplesmente de uma placa-mãe ou um processador que tenha um controlador capaz de trabalhar com o dobro de largura do barramento. Isso significa que a memória utilizada não precisa ser diferente, sendo que a grande diferença está no controlador, que deve ser capaz de trabalhar com 128 bits, em vez dos costumeiros 64 bits das memórias DDR.
Corsair XMS3 — 8 GB Dual Channel DDR3 (Fonte da imagem: Divulgação/Corsair)
Ao dobrar a largura do barramento de dados, as memórias têm a taxa de transferência dobrada automaticamente. Assim, uma memória DDR2 que antes era capaz de transferir 8.533 MB/s, quando programada para atuar em Dual-Channel poderá atingir um limite teórico de 17.066 MB/s. Detalhe: para usar a tecnologia de Canal Duplo é preciso usar dois módulos de memórias, conectados nos slots pré-configurados para habilitar o recurso. A tecnologia Triple-Channel é muito parecida com a Dual, exceto que aqui o canal é triplo. Com a explicação acima fica fácil compreender que é preciso utilizar um processador e placa-mãe compatível (os primeiros a usar esse recurso foram os Intel Core i7 de primeira geração). A largura do barramento aumenta para 192 bits (o triplo dos 64 bits) e, consequentemente, a taxa de transferência triplica. E novamente vale a mesma regra: três módulos são necessários para utilizar essa funcionalidade.

Outros padrões

Enquanto os computadores evoluíram baseados nas memórias DIMM SDRAM, outros dispositivos aderiram a memórias alternativas. É o caso do Playstation 3, que aderiu à linha de memórias XDR DRAM. O padrão XDR é como se fosse um sucessor das antigas memórias baseadas no RIMM (também conhecida como memória Rambus DRAM). Existem ainda as memórias dedicadas para as placas gráficas. As principais são do padrão GDDR, variando entre a primeira geração e a quinta – a GDDR5. As memórias GDDR têm algumas semelhanças com os padrões DDR, mas diferem em alguns aspectos, incluindo as frequências.
Radeon HD 6990 com memória GDDR5 (Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)
Antigamente foram usadas memórias do tipo VRAM e WRAM para armazenar dados gráficos. Atualmente, as memórias são do tipo SGRAM (RAM de sincronia gráfica). Todas elas são baseadas na memória RAM, mas têm certas diferenças.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Recuperação de dados

Quando infelizmente seu querido HD resolve dar pau, na mesma hora você vai pensar "Meu DEUS !! perdi todas minhas fotos, musicas, videos, etc". Mas ainda há esperança, existem alguns modos de recuperar suas queridas fotos de família, aqui você aprenderá algumas formas de resolver esse problema.


Conecte o disco rígido em outro computador

Talvez não seja o fim do mundo, antes de tomar uma atitude mais drástica, procure sempre conectar seu bom e velho HD em outra máquina.
A melhor maneira de fazer isso é usar um adaptador USB para IDE / SATA, que faz com que o seu disco rígido funcione como um “hd externo”. 

Tente copiar os dados para outra unidade

Se você conseguir conectar seu HD em outra máquina, não pense duas vezes, copie todo o conteúdo para um segundo HD ou para outro dispositivo de armazenamento de dados, um Pen Drive por exemplo.

Use um software de recuperação de dados

Se você não copnseguir copiar manualmente os dados do dispositivo (for apresentado algum erro de arquivo corrompido), você poderá então recuper seus dados utilizando algum software específico para recuperação de arquivos. Se você o fizer, não instale o software de recuperação na partição que você está tentando recuperar, e sim na partição primária.
Abaixo segue uma lista com alguns softwares especializados na recuperação de dados:

Coloque o disco rígido no congelador

Há um método não-tradicional que pode permitir que você recupere os arquivos do seu disco rígido, retire seu HD danificado, proteja-o para que não haja condensação do mesmo (utilizando uma sacolinha de mercado por exemplo), leve-o ao congelador por várias horas.
Após isso, conecte rapidamente o HD na máquina e copie seus arquivos, faça isso o mais rapido que puder, pois esse método não garante a recuperação dos arquivos por muito tempo.
Isso é possível pois o frio é capaz de “encolher” o disco e a cabeça de leitura em alguns milímetros, fazendo com que eles não se encostem, e possam girar sem problemas.

Use um serviço de recuperação de dados

Por fim, se nenhum desses métodos funcionar, então os seus problemas são bem maiores que você imaginou que seriam, e você precisará contatar um serviço de recuperação de dados.
No Brasil, existem serviços como a E-Recovery e a SOS HD, que são empresas especializadas na recuperação de arquivos de discos rígidos, por mais danificados que eles estejam. Ambas as empresas fornecem estimativa online de preço e são bastante confiáveis.
Essas empresas utilizam a mesma técnica usada por investigadores para recuperar arquivos de discos rígidos queimados e sucateados em todo o mundo. Se você precisa mesmo das informações da sua máquina, elas com certeza podem te ajudar.
Fonte: http://www.operariosdaweb.com.br/recuperar-dados-hd-danificado-estragado/

O que ocorre quando ligamos um computador ?


1- Assim que o botão "Power" é pressionado, ocorre o fechamento do circuito e um pulso elétrico é enviado até a fonte. Com isso , ela é acionada e passa a mandar energia para a Placa Mãe. 

2- Com a energia elétrica que vem da fonte, a placa - mãe ativa os periféricos para que possam ser realizadas as verificações necessárias

3- O processador central (CPU) é ativado e realiza alguns testes para verificar se o processo pode ser continuado.

4 - Do processador, o controle do processo é passado para a BIOS, que faz uma análise dos componentes existentes na placa - mãe.

5- São testados vários componentes vitais para a inicialização do sistema, incluindo Memória RAM, teclado,dispositivos de armazenamento e placa de vídeo.

6-Todos os dispositivos programados para o boot são verificados. Com isso, o sistema identifica a presença de um sistema operacional no dispositivo secundário.

7- Sistema operacional localizado, CPU copia o "boot record" para a memória RAM

8- O controle de todo o processo é enviado para a memória para a Memória RAM, que vai carregar os arquivos essenciais do sistema operacional para que o computador funcione corretamente.

9- Logo após a interface do sistema é mostrada para o usuário.

Para animação acesse este link: Clique Aqui!






Partes de um computador

O Computador e seus Componentes Externos.


-Definição de um PC

Um PC é uma ferramenta de propósito geral construída em torno de um microprocessador. Ele tem muitas partes diferentes: memória, disco rígido, modem, etc, que funcionam juntas. O "propósito geral" significa que você pode fazer muitas coisas diferentes com um PC. É possível usá-lo para digitar documentos, enviar e-mails, navegar na Internet e jogar.


- Componentes principais do computador de mesa (Desktop)

-Unidade central de processamento (CPU): O "cérebro" do microprocessador do sistema de computador é chamado de unidade central de processamento. Tudo o que um computador faz é supervisionado pela CPU.


-Memória RAM: usada para armazenar temporariamente as informações que o computador está manipulando no momento.


-Memória apenas de leitura (ROM):  Um tipo permanente de armazenamento de memória usado pelo computador para dados importantes que não mudam.


-Basic input/output system (BIOS): Um tipo de ROM que é usado pelo computador para estabelecer a comunicação básica quando o computador é iniciado.


-Cache: a área de armazenamento dos dados freqüentemente usados em memória RAM, extremamente rápida, conectada diretamente à CPU.


-Memória virtual: espaço no disco rígido usado para armazenar temporariamente dados na memória RAM, chaveando-os quando necessário.


-Placa-mãe: placa de circuito principal à qual todos os outros componentes internos se conectam. A CPU e memória estão em geral na placa-mãe. Outros sistemas podem ser encontrados diretamente na placa-mãe ou conectados a ela através de uma conexão secundária. Por exemplo, uma placa de som pode estar presente na placa-mãe ou a ela ser conectada através do barramento PCI.


-Fonte de alimentação: um transformador elétrico regula a eletricidade usada pelo computador.


-Disco rígido: é um depósito permanente e de grande capacidade, que guarda informações como programas e documentos.


-Sistema operacional: software básico que permite ao usuário interfacear com o computador.


-Controlador IDE (Integrated Drive Electronics): interface primária com o disco rígido, CD-ROM e drive de disquete.


-Barramento PCI (Peripheral Component Interconnect): maneira mais comum de conectar componentes adicionais ao computador, o PCI usa uma série de slots na placa-mãe nos quais as placas PCI se conectam.


-SCSI (Small Computer System Interface): pronuncia-se "scãzi" e é um método de adicionar dispositivos extras ao computador, como discos rígidos ou scanners.


-AGP (Accelerated Graphics Port): é uma conexão rápida usada pela placa gráfica para fazer a interface com o computador.


-Placa de som: usada pelo computador para gravar e reproduzir áudio, convertendo som analógico em informações digitais e vice-versa.


-Placa de vídeo: transforma os dados de imagem oriundos do computador em um formato que pode ser exibido pelo monitor


-Memória: Esta é uma área de armazenamento rápida usada para guardar dados. Ela tem de ser rápida porque se conecta diretamente ao microprocessador. 

Fonte: http://tecnologia.hsw.uol.com.br/pc.htm

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Lixo Eletrônico

Um problema cotidiano, porém, são poucas as pessoas que têm consciência sobre ele; o lixo eletrônico, que pode causar vários danos ao meio ambiente caso não seja tratado da maneira correta. Mas fica a pergunta, o que é o lixo eletrônico? Lixo Eletrônico é todo resíduo material produzido pelo descarte de equipamentos eletrônicos. Com o elevado uso de equipamentos eletrônicos no mundo moderno, este tipo de lixo tem se tornado um grande problema ambiental quando não descartado em locais adequados como: Monitores, teclados, celulares, mouses, placas mãe, mouses e etc. Mas, o que deve ser feito para descartar corretamente um lixo eletrônico? Se você tem algum aparelho sem utilidade, pode começar a fazer a sua parte no descarte correto do lixo. Uma boa opção é entrar em contato com o fabricante do aparelho, já que algumas empresas fazem a coleta dos equipamentos antigos gratuitamente. Se na sua cidade isso não acontece e se o seu celular ou outros produtos eletrônicos não têm mais utilidade ou não podem mais ser consertados, descarte-os em postos especializados. Para não provocar a contaminação e poluição do meio ambiente, o correto é fazer o descarte de lixo eletrônico em locais apropriados como, por exemplo, empresas e cooperativas que atuam na área de reciclagem. Celulares e suas baterias podem ser entregues nas empresas de telefonia celular. Elas encaminham estes resíduos de forma a não provocar danos ao meio ambiente. Outra opção é doar equipamentos em boas condições, mas que não estão mais em uso, para entidades sociais que atuam na área de inclusão digital. Além de não contaminar o meio ambiente, o ato ajudará pessoas que precisam.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Lançamentos de games para este final do ano

- Little Big Planet 3

O game dos bonecos de saco de areia foi anunciado para o PlayStation 4 durante a E3 2014. No entanto a Sony confirmou que o jogo também será lançado para PlayStation 3. Entre as novidades estão novos personagens com a fisionomia animal, que terão habilidades específicas, um incentivo para jogar com os amigos. Little Big Planet 3 será lançado em novembro.
LittleBigPlanet 3 trará novos personagens para a aventura (Foto: Reprodução: YouTube) (Foto: LittleBigPlanet 3 trará novos personagens para a aventura (Foto: Reprodução: YouTube))

- Fifa 15
O novo game da franquia de futebol de maior sucesso no momento também chegará ao PS3. Entre as novidades estão a reprodução da emoção dos jogadores, que serão afetados pelos acontecimentos dentro de campo. Haverá também tratamento da física de diversos componentes do estádio, como traves do gol e bandeirinhas de escanteio. Fifa 15 foi lançado em 27 de setembro.
Confira 10 novidades que elevarão o nível do futebol em Fifa 15  (Foto: VG247) (Foto: Confira 10 novidades que elevarão o nível do futebol em Fifa 15  (Foto: VG247))

- Kingdom Hearts 2.5 HD Remix
É um remake em alta-definição dos jogos Kingdom Hearts II Final Mix e Kingdom Hearts Birth by Sleep Final Mix. O jogo também contará com suporte à troféus, e trará as animações do jogo Kingdom Hearts Re:coded lançado para DS. Kingdom Hearts HD 2.5 Remix será lançado dia 4 de dezembro nos Estados Unidos.
Sora, Donald, Pateta e Mickey estão de volta em alta definição com Kingdom Hearts HD 2.5 Remix (Foto: khinsider.com)


- Far Cry 4
A franquia Far Cry ganhará um novo capítulo com diversas melhorias gráficas para PlayStation 4 e Xbox One, mas também chegará para os videogames da última geração. O game se passa no país Kyrat, onde um homem, Pagan Min, se auto-nomeou rei da região, impondo com violência a sua autoridade. Far Cry 4 será lançado dia 18 de novembro.
Far Cry 4 terá Pagan Min como vilão, o auto-intitulado rei de Kyrat. (Foto: Divulgação) (Foto: Far Cry 4 terá Pagan Min como vilão, o auto-intitulado rei de Kyrat. (Foto: Divulgação))






Etapas do desenvolvimento de Jogos Eletrônicos

A criação de jogos eletrônicos é de responsabilidade de uma desenvolvedora, a qual pode ser uma única pessoa ou uma grande empresa. Onde a Criação é dividida em várias etapas, desde sua criação até sua fase de testes. Vamos as Etapas:

Os Papéis

O desenvolvimento de um moderno e comercialmente viável jogo envolve uma ampla variedade de habilidades e uma equipe especializada de:

- Produtores - Responsáveis pela coordenação geral do projeto;

- Designers - Responsáveis por projetar a jogabilidade, o conceito, regras e estruturas do jogo;

- Artistas - Responsáveis pelo grafismo do jogo. Cria a representação visual dos personagens, cenários e objetos presentes no jogo;

Programadores - Responsáveis por gerar o código em linguagem de programação que irá dar vida ao jogo;

Engenheiros de som – Responsáveis pela sonorização do jogo;

Testadores - Responsável por analisar o jogo e documentar defeitos de software. Este processo faz parte do controle de qualidade no desenvolvimento de jogos eletrônicos;
A produção principal do jogo em si, onde são desenvolvidos os ativos e o código-fonte. Programadores desenvolvem o código-fonte, artistas desenvolvem os ativos (objetos 3D, cenários, etc.), engenheiros de som desenvolvem os efeitos sonoros e os compositores compõem músicas, level designers criam níveis e cenas não-jogáveis.

Milestone (marco)

Pode ser associado a entregas de software em determinado cronograma no período de desenvolvimento, podem ser:

First playable - É a primeira versão jogável sem grandes implementações, geralmente apresentada internamente somente aos editores;

Alpha - É a fase onde todas as funcionalidades de jogabilidade estão disponíveis;

Code freeze - Fase onde nenhum código adicional é escrito, apenas bugs são consertados;

Beta - É a fase onde é entregue uma parte do jogo, mas que contém todas as funcionalidades da versão final;

Code release - É a fase onde o código é enviado para a avaliação do fabricante de console (geralmente não é usado para jogos de PC);

Crunch time - É o tempo entre a finalização do código e o lançamento do produto, mais focada na divulgação do jogo na mídia especializada;

Plataforma

O desenvolvimento de jogos também depende da plataforma a qual o jogo irá rodar, existem plataformas de máquinas de arcade, consoles de mesa, consoles portáteis, computador e celulares.

Arcade - Geralmente são máquinas exclusivas para jogos que podem ser totalmente adaptadas para apenas um jogo específico.

Consoles - Apesar de serem máquinas feitas com objetivo exclusivo para jogos, elas não podem ser customizadas como os arcades e tem um hardware limitado o que pode tornar mais fácil a questão da portabilidade, mas também pode limitar os recursos do desenvolvimento.

Computadores - Maquinas genéricas onde na teoria pode-se ter recursos ilimitados, o principal desafio é criar jogos que possam ser rodáveis com a maioria dos computadores da atualidade.

- Dispositivos móveis - Plataformas como celulares, que geralmente tem o poder de processamento mais fracos dos hardwares, o principal desafio é fazer com que os jogos se comportem da mesma forma em celulares com características diferentes, por isso geralmente os jogos de celulares são desenvolvidos em plataformas sobre máquinas virtuais que possam rodar em várias máquinas com um só código.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Desenvolvimento_de_jogos_eletr%C3%B4nicos#Produ.C3.A7.C3.A3o